8.08.2008
8.07.2008
6.29.2008
I miss you
Acordar e dormir sem você.
Quem inventou isso?
To sentindo muito a sua falta. Volta logo.
Te amo.
Quem inventou isso?
To sentindo muito a sua falta. Volta logo.
Te amo.
6.06.2008
4.14.2008
Pentelhando
Nunca pensei que seriam pelos pubianos a me revelar a tal maturidade.
Mas foi. Não os meus, claro, que estes nunca foram indício da minha maturidade. Pêlo contrário.
Mas os daquele menino. Quem me conhece imagina quem?
Entrei no banheiro para dar um aviso (lava essa cabeça direito!). Ele pelado. Dei uma olhadela para saber se estava tudo "em ordem". Não estava. Tudo desordenadamente peludo.
Tudo bem, exagerei. São uns poucos pêlos, uns 20 talvez. Mas a questão não é a quantidade. É a qualidade. Não é pelinho do ursinho da mamãe. É pentelho. E pentelho quem tem é gente grande.
O que isso faz de mim?
Mas foi. Não os meus, claro, que estes nunca foram indício da minha maturidade. Pêlo contrário.
Mas os daquele menino. Quem me conhece imagina quem?
Entrei no banheiro para dar um aviso (lava essa cabeça direito!). Ele pelado. Dei uma olhadela para saber se estava tudo "em ordem". Não estava. Tudo desordenadamente peludo.
Tudo bem, exagerei. São uns poucos pêlos, uns 20 talvez. Mas a questão não é a quantidade. É a qualidade. Não é pelinho do ursinho da mamãe. É pentelho. E pentelho quem tem é gente grande.
O que isso faz de mim?
8.24.2007
mais 5 minutos
Toda manhã.
Quando estou com você.
Ao telefone.
No banho.
De cigarro.
De Fantasia.
O Sexo.
Descanso.
Depois do almoço.
Antes do trem.
Mas foi tempo demais antes.
Quando estou com você.
Ao telefone.
No banho.
De cigarro.
De Fantasia.
O Sexo.
Descanso.
Depois do almoço.
Antes do trem.
Mas foi tempo demais antes.
Weirdo
Bem cá estou eu. Steinenbronn. Não sei existe nem no Wikipedia. Mas existe na Alemanha. Ou pelo menos há casas, um supermercado, um posto de gasolina, uma farmácia, um hotel. Mas não há pessoas, então não sei se existe.
De qualquer forma, tem sido minha morada desde e junho e continuará sendo até novembro. Hoje estive na Rathaus para pedir prorrogação do meu visto. Weird.
De qualquer forma, tem sido minha morada desde e junho e continuará sendo até novembro. Hoje estive na Rathaus para pedir prorrogação do meu visto. Weird.
4.03.2007
fick dich
e agora?
ois. até esqueço que tenho um blog.
pois sim, um assunto, um assunto, um assunto...
contei a uma amiga que "tenho um blog". Agora preciso escrever algo porque um blog nao pode ficar desatualizado. Nunca.
Tudo fica desatualizado. Até sua vida. Mas nao seu blog.
E eu estou estudando alemao. Sim, ô linguinha...
Sabe como é 5.555?
funftausendfunfhundertfunfundfunfzig (e acredite, quase todos os "us"levam trema, mas meu teclado nao tem e nem vou procurar).
E é isso mesmo. Tudo de uma vez só. Tudo emendado. Mas existe uma lógica pra montar isso aí. Só nao existe lógica para terem inventado (e mantido) essa barbárie.
portanto, meu amigo, em visita a alemanha, evite falar 5.555. Pensando bem acho que vai ser mesmo dificil. Voce nao vai gastar funftausendfunfhundertfunfundfunfzig euros. nao vai beber funftausendfunfhundertfunfundfunfzig cervejas e nem comer funftausendfunfhundertfunfundfunfzig salsichoes. portanto esqueca, va pra alemanha sim e seja feliz. depois te ensino de eins a zwanzig. e peitos, bunda e foda-se. estes sao faceis.
ppor falar em facil, meu cigarro acabou. é meia-noite. Estava trabalhando até agora e meu cigarro acabou.
Taí uma coisa que nao devia acontecer. nunca. já procurei até nas bolsas velhas. Um sozinho lá, perdido. Mas nada. vou dormir assim.
e vou dormir agora. Fick dich.
ois. até esqueço que tenho um blog.
pois sim, um assunto, um assunto, um assunto...
contei a uma amiga que "tenho um blog". Agora preciso escrever algo porque um blog nao pode ficar desatualizado. Nunca.
Tudo fica desatualizado. Até sua vida. Mas nao seu blog.
E eu estou estudando alemao. Sim, ô linguinha...
Sabe como é 5.555?
funftausendfunfhundertfunfundfunfzig (e acredite, quase todos os "us"levam trema, mas meu teclado nao tem e nem vou procurar).
E é isso mesmo. Tudo de uma vez só. Tudo emendado. Mas existe uma lógica pra montar isso aí. Só nao existe lógica para terem inventado (e mantido) essa barbárie.
portanto, meu amigo, em visita a alemanha, evite falar 5.555. Pensando bem acho que vai ser mesmo dificil. Voce nao vai gastar funftausendfunfhundertfunfundfunfzig euros. nao vai beber funftausendfunfhundertfunfundfunfzig cervejas e nem comer funftausendfunfhundertfunfundfunfzig salsichoes. portanto esqueca, va pra alemanha sim e seja feliz. depois te ensino de eins a zwanzig. e peitos, bunda e foda-se. estes sao faceis.
ppor falar em facil, meu cigarro acabou. é meia-noite. Estava trabalhando até agora e meu cigarro acabou.
Taí uma coisa que nao devia acontecer. nunca. já procurei até nas bolsas velhas. Um sozinho lá, perdido. Mas nada. vou dormir assim.
e vou dormir agora. Fick dich.
9.16.2006
otello, capivara, pneumonia, roncos e bugios
nao esperava nada daquele dia.
era eu, e so, mais uma vez, viajando para resolver as coisas do meu pai.
brasilia. ver amigos.
me sinto so em SP. sentia.
pedro me levou ao armazem do ferreira (comecamos mal - pensei).
mesa cheia de homens, epoca de copa.
o que estou fazendo aqui?
calada.
sentei ao seu lado.
acaso. ?
voce nao olhava para mim.
depois vim saber o motivo.
uma das coisas mais lindas que voce ja me disse. entre tantas.
"nao conseguia olhar para voce porque me apaixonei assim que vi voce chegando, e pensei: essa mulher vai fuder com minha vida."
capivara.
trocamos algumas palavras e voce sem me olhar.
achei estranho.
e interessante.
e sexy.
convite para sua casa.
aceitei. bukowski.
voce me olhava.
decidi ir embora.
3 despedidas.
voce nao queria que eu fosse, mas fui. "gente demais".
viajei no dia seguinte
pensei em voce de noite.
pensei em voce de dia.
SP
pensei em voce.
um recado no orkut
ansiosa. nao podia ver o recado
ademais, nao sabia se era voce mesmo
mas era, desculpa esfarrapada
e-mails, piadinhas, cantadas,
brasilia de novo
sua casa. vomito. beijo.
otello. linda noite.
beijo. carinho. paixao e amor.
intimidade. como se te conhecesse desde sempre.
eu sei. nosso relogio tem outro ritmo.
ou nao. talvez sua teoria esteja correta.
ja nos conheciamos. esperar o que?
enfim, otello, casa do bruno, sua casa.
dormimos. nos amamos.
tremor, falta de apetite.
tres dias sem comer.
tres dias sem trabalhar.
tres dias sem falar com ninguem mais.
tres dias dentro do quarto.
voce de 4 por mim.
eu de dezesseis.
SP.
voce me ama. mas se eu achar muito cedo ama apenas meu jeito.
nao acho estranho. amo voce tambem.
uma semana.
ir embora. ?
nao, a distancia nao eh mais uma possibilidade entre nos.
voce fica.
transferencia. viva o embaixador.
agora eh nossa casa.
nossa cama.
nossa geladeira.
nosso transito.
nosso ciume.
nosso cigarro e nosso vinho.
meu vomito. seu banho picareta.
paraty.
ronco do bugio.
noites e dias no quarto.
reuniao de pais.
atrasos.
Amor.
era eu, e so, mais uma vez, viajando para resolver as coisas do meu pai.
brasilia. ver amigos.
me sinto so em SP. sentia.
pedro me levou ao armazem do ferreira (comecamos mal - pensei).
mesa cheia de homens, epoca de copa.
o que estou fazendo aqui?
calada.
sentei ao seu lado.
acaso. ?
voce nao olhava para mim.
depois vim saber o motivo.
uma das coisas mais lindas que voce ja me disse. entre tantas.
"nao conseguia olhar para voce porque me apaixonei assim que vi voce chegando, e pensei: essa mulher vai fuder com minha vida."
capivara.
trocamos algumas palavras e voce sem me olhar.
achei estranho.
e interessante.
e sexy.
convite para sua casa.
aceitei. bukowski.
voce me olhava.
decidi ir embora.
3 despedidas.
voce nao queria que eu fosse, mas fui. "gente demais".
viajei no dia seguinte
pensei em voce de noite.
pensei em voce de dia.
SP
pensei em voce.
um recado no orkut
ansiosa. nao podia ver o recado
ademais, nao sabia se era voce mesmo
mas era, desculpa esfarrapada
e-mails, piadinhas, cantadas,
brasilia de novo
sua casa. vomito. beijo.
otello. linda noite.
beijo. carinho. paixao e amor.
intimidade. como se te conhecesse desde sempre.
eu sei. nosso relogio tem outro ritmo.
ou nao. talvez sua teoria esteja correta.
ja nos conheciamos. esperar o que?
enfim, otello, casa do bruno, sua casa.
dormimos. nos amamos.
tremor, falta de apetite.
tres dias sem comer.
tres dias sem trabalhar.
tres dias sem falar com ninguem mais.
tres dias dentro do quarto.
voce de 4 por mim.
eu de dezesseis.
SP.
voce me ama. mas se eu achar muito cedo ama apenas meu jeito.
nao acho estranho. amo voce tambem.
uma semana.
ir embora. ?
nao, a distancia nao eh mais uma possibilidade entre nos.
voce fica.
transferencia. viva o embaixador.
agora eh nossa casa.
nossa cama.
nossa geladeira.
nosso transito.
nosso ciume.
nosso cigarro e nosso vinho.
meu vomito. seu banho picareta.
paraty.
ronco do bugio.
noites e dias no quarto.
reuniao de pais.
atrasos.
Amor.
6.28.2006
12.09.2005
Mermaid - Elysian Fields
Remember how you found me
Under a low bent half moon
I must have been singing for you
I'd never left the water
Though I once knew some flying fish
Thought I'd forget how to swim
I am your mermaid
I give to you freely
But soon as you see me I'm gone, gone
I am your mermaid
Tangled but blissful
Knock me a kissful of nectar, honey
The water is hot
And you hold my head
As sores of the day slip through the shore's threads
I'd never felt such rapture
A glimpse at the lighthouse
Undo myself from your hanging mouth
I am your mermaid
Tangled but blissful
Knock me a kissful of nectar, honey
I am your mermaid
I opened your mortal need
You planted your opal seed of love, love
I am your mermaid
I am your mermaid
I am your mermaid
Under a low bent half moon
I must have been singing for you
I'd never left the water
Though I once knew some flying fish
Thought I'd forget how to swim
I am your mermaid
I give to you freely
But soon as you see me I'm gone, gone
I am your mermaid
Tangled but blissful
Knock me a kissful of nectar, honey
The water is hot
And you hold my head
As sores of the day slip through the shore's threads
I'd never felt such rapture
A glimpse at the lighthouse
Undo myself from your hanging mouth
I am your mermaid
Tangled but blissful
Knock me a kissful of nectar, honey
I am your mermaid
I opened your mortal need
You planted your opal seed of love, love
I am your mermaid
I am your mermaid
I am your mermaid
8.19.2005
comparando
O pingo da fonte
na pedra se quebra
na folha se escorre
no Sol se revela
... NUVEM ...
O pingo da fronte
no outro se quebra
na vida se escorre
na voz se revela
... NÚCLEO ...
na pedra se quebra
na folha se escorre
no Sol se revela
... NUVEM ...
O pingo da fronte
no outro se quebra
na vida se escorre
na voz se revela
... NÚCLEO ...
feijão com arroz
UM DOIS as palavras vão se formando na ponta do lápis que vai escrevendo com o fio do cérebro que se perde com a velocidade baixa da mão que pensa que escreve
um falso instrumento
cabeça pensante
cabeça de vento
amor amor amor
qual é seu invento?
um falso instrumento
cabeça pensante
cabeça de vento
amor amor amor
qual é seu invento?
7.14.2005
6.01.2005
descarga
Abriu a boca para dar um grito, como o grito de liberdade, afinal sentia-se viva, mas a voz que saiu de dentro de si foi das cordas da vesicula.
Voz amarelo-amarga emudecida pela gosma biliar
Levantou e abaixou a cabeça diversas vezes em espasmos cada vez mais intensos
Dos seus olhos não saía nada
tinha secado seus vasos
mas a bile continuava explodindo em lava
contaminando seus dentes
sua boca
sua língua
seu queixo
tentou em vão passar as costas da mão sobre a boca
esperando aquela ter sido a última erupção
mas sabendo em si que não era
deixando a marca esverdeada em seus pêlos suaves
Quando a respiração já diminuia
dando até a sensação de que estava chegando a hora da última
sentiu de novo o tremor sutil em seus músculos
ia mais uma vez expelir seu amargo
foi quando sentiu a respiração parar
o ar não ia nem voltava
alguma coisa maior que seus tubos estava subindo
avisando da perda
e quando chegou na garganta sentiu o fluxo negro do sangue talhado
que envolvia sua víscera
e num último impulso de não se livrar da dor
no último instinto de ser humano sofrimento
ainda tentou segurar entre os dentes
o bolo de carne que sangrava e pulsava em sua gengiva
vazando pelos espaços
manchando de roxo o esmalte e o tártaro
ela abriu o esqueleto mas deixou os lábios cerrados
a víscera então começou a encontrar caminhos
a invadir os cantos da boca
os poros, as cáries, as aftas
e ela se libertou
abriu a boca e cuspiu, quase que involuntariamente
a forma viva de dor que saía do seu centro
agora parecia menor,
parecia parada
e parecia redonda
ela não hesitou
tirou os sapatos e pisou com entrega sobre seu pedaço maligno
as bolhas de sangue e carne estourando sob os dedos
esparramando nos espaços interdigitais
soltando seu cheiro vivo de morte
entrou em casa
enfiou seu pé no vaso sanitário
e deu descarga
para limpar os últimos restos de sua dor. Agora morta.
Voz amarelo-amarga emudecida pela gosma biliar
Levantou e abaixou a cabeça diversas vezes em espasmos cada vez mais intensos
Dos seus olhos não saía nada
tinha secado seus vasos
mas a bile continuava explodindo em lava
contaminando seus dentes
sua boca
sua língua
seu queixo
tentou em vão passar as costas da mão sobre a boca
esperando aquela ter sido a última erupção
mas sabendo em si que não era
deixando a marca esverdeada em seus pêlos suaves
Quando a respiração já diminuia
dando até a sensação de que estava chegando a hora da última
sentiu de novo o tremor sutil em seus músculos
ia mais uma vez expelir seu amargo
foi quando sentiu a respiração parar
o ar não ia nem voltava
alguma coisa maior que seus tubos estava subindo
avisando da perda
e quando chegou na garganta sentiu o fluxo negro do sangue talhado
que envolvia sua víscera
e num último impulso de não se livrar da dor
no último instinto de ser humano sofrimento
ainda tentou segurar entre os dentes
o bolo de carne que sangrava e pulsava em sua gengiva
vazando pelos espaços
manchando de roxo o esmalte e o tártaro
ela abriu o esqueleto mas deixou os lábios cerrados
a víscera então começou a encontrar caminhos
a invadir os cantos da boca
os poros, as cáries, as aftas
e ela se libertou
abriu a boca e cuspiu, quase que involuntariamente
a forma viva de dor que saía do seu centro
agora parecia menor,
parecia parada
e parecia redonda
ela não hesitou
tirou os sapatos e pisou com entrega sobre seu pedaço maligno
as bolhas de sangue e carne estourando sob os dedos
esparramando nos espaços interdigitais
soltando seu cheiro vivo de morte
entrou em casa
enfiou seu pé no vaso sanitário
e deu descarga
para limpar os últimos restos de sua dor. Agora morta.
5.31.2005
5.24.2005
aviscerada
Ontem eu peguei todas as minhas vísceras e tirei de mim. Por buracos vários no meu corpo. Pelos poros.
Mas não morri
Fiquei numa semi-vida murcha, vesga, imprecisa, oca, latente
Os ossos suportando o peso flácido de uma pele que não tinha o que proteger
O contrário da felicidade
A felicidade pra mim é quando se arranca a pele
e os órgãos ficam todos expostos, vibrando, em tons de vermelho e roxo, em pulsação
Sempre tive essa imagem na mente
Sempre desde que aprendi na escola que a pele revestia todo o corpo e eu imaginei isso como o balão segura o ar, não como a casca reveste a maçã
Mas ontem não, meu dia de ontem foi dia de pele e osso
E poros abertos.
Mas não morri
Fiquei numa semi-vida murcha, vesga, imprecisa, oca, latente
Os ossos suportando o peso flácido de uma pele que não tinha o que proteger
O contrário da felicidade
A felicidade pra mim é quando se arranca a pele
e os órgãos ficam todos expostos, vibrando, em tons de vermelho e roxo, em pulsação
Sempre tive essa imagem na mente
Sempre desde que aprendi na escola que a pele revestia todo o corpo e eu imaginei isso como o balão segura o ar, não como a casca reveste a maçã
Mas ontem não, meu dia de ontem foi dia de pele e osso
E poros abertos.
5.12.2005
sabedoria com números
Hoje, no meu chinês almoço, a sorte tirada foi:
"Ninguém bebe veneno para saciar a sede."
Será? Pra mim, depende... sede de quê?
Vão aí os números do outro lado pra quem quiser tentar a megasena:
25 11 16 27 45 21
"Ninguém bebe veneno para saciar a sede."
Será? Pra mim, depende... sede de quê?
Vão aí os números do outro lado pra quem quiser tentar a megasena:
25 11 16 27 45 21
Assinar:
Postagens (Atom)
